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Muse - Drones World Tour: Meo Arena

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MUSE

Muse-3458

DRONES WORLD TOUR

MEO ARENA

2 de Maio

Os Britânicos Muse, tocaram dia 2 de Março, pela 12ª vez em Portugal. Já tocaram no Campo Pequeno, na Aula Magna e nos mais diversos festivais Portugueses.
Com este concerto no MEO Arena, mostraram que são uma banda do “showbiz”, por coincidência o nome do seu primeiro álbum em 1999. Desta vez fizeram esgotar os dois dias agendados, provando que em Portugal têm muitos fans.
Este concerto programado ao milímetro, teve um palco circular colocado no centro do pavilhão, com duas plataformas rectangulares. Dentro do palco circular, estava embutido um palco giratório, daí chamar-se palco 360’, pois proporciona ao público ver os músicos nas diversas perspectivas.
Cerca de meia hora antes do concerto começar, ouviu-se uma voz, que pediu ao público para não utilizar flash, ou sejam podiam fotografar e filmar, desde que não usassem o flash, no entanto os fotógrafos do evento só puderam fotografar do balcão, ao contrario dos outros concertos, em que fotografam na frente do palco.
    O concerto começou as 21:20, com a iluminação do palco e de um écran circular que estava suspenso sob o palco. Aparecendo de seguida drones redondos iluminados de branco a sobrevoar o palco e as milhares de cabeças dos fans.
Apagam-se as luzes e só aí surgem Dominc Howard, Mattew Bellamy e Chris Wolstenholme surgiram no palco.
O primeiro clássico da noite foi “Plug in baby” do álbum “Origin of symmetry” de 2001.
Seguem-se “Physco” e “Reapers” do álbum “Drones”, onde surgiram écrans semelhantes a cortinas que desciam de uma maquinaria que estava suspensa no tecto sob o palco. Nelas eram projectadas imagens e efeitos visuais, sendo que para as músicas novas eram mais intensas.
“Dead inside” do album “Drones”, soou antes de “the 2nd law: isolated system” do álbum de 2012 “the 2nd law”, seguindo-se “tHE handler” novamente do último álbum.
Do álbum “Black holes and revelations” ouviu-se “Super massive black hole”, música que fez os drones brancos voltar ao palco.
    Nas cortinas surgiam efeitos de luzes, robots e inclusive duas mãos azuis que pareciam estar ligadas a Bellamy e a Wolstenholme por fios vermelhos. Estando cada um deles em extremos opostos do palco. Quando não estavam na plataforma giratória, estavam nas extremidades das plataformas rectangulares. Eram sempre seguidos por câmaras que os filmavam e por vezes as filmagens eram transmitidas no écran circular.
Ainda do “Black Holes and revelations” tocaram “Starlight” e Bellamy larga a guitarra. O público cantava com entusiasmo e Bellamy vira o microfone para a câmara, como quem da a vez ao publico para cantar, no entanto virado para a câmara. Digamos que a interacção com o público foi quase inexistente, Bellamy apenas gritou duas ou três vezes “Lisboa”. Tendo a banda sempre concentrada na performance e não em interacções com o público, no entanto os fans pareciam não estar importados com esse facto.
Surgiram balões brancos a saltar pelas cabeças do publico e palco, Wolstenholme rebentava-os com o seu baixo de escalas iluminadas, fazendo explodir chuvas de cofettis.
Do álbum de 2004 “Absolution” tocaram “Apocalipse please”, tendo de seguida voltando ao álbum “the 2nd law” e tocado “Madness”, fazendo o público levantar os braços e cantar com entusiasmo.

De volta ao “Black goles and revelations” tocaram “Map of the problematique” mais um single que os fans sabiam de cor.
Segue-se uma jam session, entre o baixo e a bateria, intitulada “Munich jam”.
Do “Absolution” tocaram “Hysteria”, deixando os fans ainda mais entusiasmados e a cantar com tanta voz quanto podiam, seguindo-se “time is running out” do mesmo álbum e “Uprising” do álbum “The Resistance”.
A música “the globalist” do recente álbum, fez um foguetão sobrevoar e contornar o palco.
Já com “Mercy” choveram cofettis e serpentinas.
Sempre a tentarem ser uma banda política, transmitindo mensagens políticas que se perdiam em tanta tecnologia e “showbiz”.
Sem encore o concerto terminou ás 23:05.

Ao fazer uma avaliação geral, tendo o concerto apelado tanto à componente visual, tendo passado pelos vários álbuns da banda, salientando os singles mais conhecidos dos fans, foi um bom espéctaculo.

DE STAAT

MUSE

Texto: Carla Reis

Fotografia: Alexandre Antunes/Everything Is New

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