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Rock in Rio 2016: Dia 20 Maio

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ROCK IN RIO LISBOA 2016

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20 de Maio

Parque da Bela Vista

Fergie

Eram 20:30 quando Fergie entrou no palco, vestida com um body e botas de látex até as coxas, acompanhada por bailarinos e pelos seus músicos.
Poderemos dizer que este concerto dividiu-se em três partes, na primeira parte ouvimos as músicas do seu álbum “The Dutchess” de 2006, tais como “London Bridge”, “Fergalicious”, “Glamorous” e “Big girls don’t cry” e uma música “L.A. Love” single de 2014. Há muito que os fans esperam por um álbum novo, no entanto e apesar de estar a iniciar em Portugal a sua tour, não é com um álbum novo que Fergie faz os seus espectáculos.
Uma segunda parte, digamos uma parte menos Pop e mais Rock, onde Fergie, desta vez com um casaco de cabedal com franjas, canta “Start me up” dos Rolling Stones, “Black dog” dos Led Zeppelin, “Barracuda” das Heart e que também já cantou com Slash e por último um tributo a Prince “Love is pain” de Joan Jett, onde intercalaram “Purple Rain" do Prince, com uma imagem do mesmo no écran.
Uma terceira parte e esta bastante colorida com músicas dos Black Eyed Peas, que contou com “My humps”, “Rock that body”, “Don’t stop the party”, “Party all the time” e “A little party”.
Fergie dançou, rebolou-se no chão e disse “It’s true amazing turning back here…is so nostalgic to be here…I’m feeling so much love” para aquecer o coração do público que na sua maioria esperava pelo concerto de Queen+Adam Lambert.


MIKA

Mika o artista pop inglês, tinha à sua frente uma plateia que queria essencialmente ver Queen, no entanto ele não se rendeu e surpreendeu toda a gente com um espectáculo imprevisível que colocou toda a gente a dançar e a cantar.
Começou o concerto do o tema “big Girl”, seguiu-se “talk about you” e foi para o piano, as imagens coloridas que estavam no ecrã desapareceram e apareceram estrelas, enquanto Mika tocava piano e cantava “Grace kelly”.
Preparou-se para dançar, tirou o casaco e enquanto dançava e cantava “Origin of love” pedia aos músicos para darem mais de si, quando eles já estavam a dar o seu melhor para acompanhar toda a energia de Mika.
Seguiu-se “PromiseLand” com paisagens de cores quentes no ecrã e Mika pedia ao público “Lisboa dance with me”. Numa versão mais calma surgiu “Relax” com Mika ao piano, no final agradece com um grande “obrigado” em português.
Com um tema mais calmo cantou “underwater” e surgiu a primeira e enorme nuvem de luzes de telemóvel da noite a iluminar o anfiteatro natural que é o parque da Bela Vista. 
Mika corre para o teclado e todos os músicos surgem com baquetas nas mão, enquanto Mika cantava e tocava no piano “Lollipop” os músicos faziam percussão no teclado, como que uma percussão improvisada, um dos momentos surpreendentes da noite. O écran com imagens animadas e coloridas invadia o palco.
Mika confessa que na noite anterior foi ouvir fado, que não sabe cantar fado, mas adora, como tal convidou os guitarristas de fado para irem tocar para ele e foi ao som de guitarra portuguesa e de Jorge Fernando na guitarra que cantou “over my shoulder”, uma musica que Mika escreveu quando tinha 16 anos. Não cantou fado, mas fez uma interpretação de fado com uma música sua. Este foi mais um dos momentos surpreendentes, qualquer português fica orgulhoso que músicos de outros países admirem o fado e tenham vontade de homenagea-lo num espectáculo seu.
Ao som de “Rain” Mika foi passar pelo público, como que a cumprimenta-los e a mostrar o quanto estava grato por estarem ali a vê-lo e ouvi-lo.
Para “Elle me dit” um tema cantado em Francês, Mika perguntou ao publico que falavam francês e a brincar disse que se ele tenta cantar fado o publico também pode tentar cantar em francês, algo bastante justo.
Volta para o piano para tocar “Happy ending” e com “Golden” volta a ir ao pé do público.
O guitarrista é iluminado e Mika surge por trás dele a cantar “Love today” numa versão, não acústica, mas bastante mais calma do que a versão original, sobressaindo a guitarra, ainda a música não tinha terminado e Mika surge com Mariza às cavalitas pelo palco a fora, até à plataforma, deixando o publico surpreendido por a fadista estar ali. Mariza visivelmente feliz e divertida faz de tradutora de Mika e dança com ele depois de pedirem ao publico para dançar, saltar e bater palmas.
Mika mostrou ser um artista bastante energético e capaz de improvisar. Até à noite anterior, certamente não tinha intenções de ter um espectáculo com amor pelo fado e uma só noite fê-lo apaixonar-se pelo fado e mostra-lo, organizando o seu espectáculo com todas essas alterações. Foi um concerto que surpreendeu todos pela positiva e certamente alterou a forma de muitas destas pessoas verem  Mika.

Queen + Adam Lambert

O concerto por que todos esperavam, começou com meia hora de atraso deixando os fãs ainda mais ansiosos. A relembrar que da banda Queen permanecem Brian May na guitarra e Roger Taylor na bateria.
Talvez devido ao atraso, mas as primeiras cinco musicas foram em modo acelerado, abriram o espectáculo com “Flash Tape”, seguiram-se “The hero”, “Hammer to fall”, “Seven seas” e “stone cold crazy”. A partir daqui as músicas começaram a ocupar o tempo previsto para cada uma, bem como o respectivo espectáculo referente a cada uma. Com “Fat bottom girls” Brian colocou uma câmara de filmar no braço da guitarra, filmando o seu dedilhar e o público. As imagens apareciam não só nos ecrãs laterais, como também no écran circular que se encontrava por cima do palco.
Adam troca de roupa e veste um casaco de plumas pretas e calça umas botas de salto alto e começa a cantar “Play the game”, seguindo-se “Killer queen” e Adam canta sentado numa poltrona preta a fazer poses. Finalmente Adam fala com o publico “Lisbon hello, how are you, evereybody are so fucking beautiful, do you like my jacket?!” sendo isto a introdução, para dizer que Freddy Mercury há apenas um e que é uma hora para ele poder estar ali a homenagea-lo num palco com lendas como Brian e Roger. Foi agradável da parte dele relembrar que Freddy há apenas um, no entanto supomos que ninguém estará à espera que ele o substitua, pois são artistas totalmente diferentes tanto a nível de voz, como de atitude em palco, cada qual com o seu mérito. Seguiu-se “Break free” e “Somebody to love”, o entusiasmo do publico a cada tema era contagioso, ouvia-se sempre um grande coro a cantar se não os temas completos, os refrões e o bater de palmas era certo.
Brian foi até à frente da plataforma do palco, começou a tirar papeis dos bolsos e a falar português, não podia ter surpreendido mais os presentes, disse “Boa noite Lisboa, tudo bem? Gente porreira de Portugal tudo bem?”, com o selfie stick na mão explicou que gostaria de guardar aquele momento para sempre com uma fotografia e meteu toda a gente a fazer a onda. De seguida cantou “Love of my live” dedicando o tema a Freddy, nos écrans apareciam imagens do Freddy Mercury, sendo que no final da canção Brian parecia emocionado e o publico gritava em unissom “Freddy”. Roger deixou a bateria e juntou-se a Brian para cantar “Days of our lives”, enquanto no écran apareciam imagens antigas dos Queen todos juntos, dias que não voltarão, mas que deixaram saudade.
Rápidamente foi montada uma bateria na plataforma em frente ao palco, para onde Roger foi tocar enquanto o seu filho Rufus Tiger Taylor foi para a bateria do pai e fizeram uma battle entre si.
Adam surge com outra roupa, vai para junto da bateria ainda montada na frente do palco e canta em conjunto com Roger “Under Pressure” e no écran circular aparece uma imagem de David Bowie. Brian junta-se a eles e em acústico tocam o tema “Crazy little thing”.
Seguiram-se “Don’t stop me now” mais um dos temas que o público esperava ouvir, seguido de “Another one bites the dust” e “I want it all” onde Brian voltou a cantar com Adam e “Who wants to live forever”.
Não que ainda não tenha brilhado, mas a guitarra é uma característica dos Queen e tem que ser evidenciada, por isso foi a vez de Brian fazer um grande solo de guitarra, onde teve todo o foco de iluminação e tocou uma plataforma que se elevou sob o palco. As guitarras de Brian era feitas pelo seu pai de propósito para ele, sempre tiveram um som que as distinguia das outras guitarras, um cunho pessoal, que tinha que ser aqui homenageado.
Já com toda a banda ouve-se “Tie your mother down”. Brian surge com uma paca prateada e com a ajuda da voz de Freddy tocam o tema “Show must go on” seguido de “Bohemian Rhaposody, a canção que tornou os Queen famosos, tendo assim terminado a primeira parte do concerto.
Depois de efeitos e jogos de luzes, os Queen e o Adam Lambert voltam ao palco e tocam mais três temas, “Radio Gaga”, “We will rock you” e “We are the champions” tema que Adam canta com uma coroa na cabeça. Estes três temas não podiam faltar, se bem que tantos outros tocados são temas que marcam a vida dos Queen.
Não sendo Freddy Mercury substituível, não sendo possível voltar o tempo para trás, este não foi apenas um concerto que marcou a história dos Queen e óbviamente a de Adam Lambert, mas também a de todos os que viram o concerto.

Texto: Carla Reis

Fotógrado: Rúben Viegas


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