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Sonata Arctica dia 7 de Março no Lisboa ao Vivo

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Sonata Arctica
Sonata Arctica

07 Março | Lisboa ao Vivo

 

1ª Parte: Striker + Triosphere

 

Abertura Portas: 20h00 - Inicio espetáculo: 20h30 

"Depois de uma arrebatadora atuação no Vagos Open Air 2013, os finlandeses SONATA ARCTICA estreiam-se por fim em Portugal com um concerto em nome próprio em que vão apresentar a novidade «The Ninth Hour»."
Duas décadas e nove álbuns depois de terem dado os primeiros passos na Finlândia, os SONATA ARCTICA são hoje um dos nomes mais emblemáticos do movimento power metal que, na segunda metade da década de 90, começou a conquistar terreno no velho continente até transformar-se num fenómeno à escala mundial. É, no entanto, certo e sabido que o trabalho duro sempre foi uma peça-chave determinante para o sucesso, mas – sobretudo no mundo da música – poucos são aqueles que conseguem chegar a algum lado sem uma boa dose de marcas inconfundíveis e uma vontade inabalável de inovação constante. Não estranhamente, essas são duas das marcas indeléveis da banda desde que, corria o ano de 1996, o muito talentoso Tony Kakko decidiu tornar real a sua visão muito pessoal do power metal melódico. Daí em diante, ao longo de uma carreira em crescendo constante, os SONATA ARCTICA desenvolveram e implementaram uma fórmula comprovada com enorme sucesso, resultando num total vendas que, hoje em dia, depois de feito o somatório de todos os seus discos, já ultrapassou o milhão de cópias.
 
Arrancando com «Eliptica», editado em 1999 e hoje considerado um dos clássicos do power metal da viragem para o novo milénio, a banda oriunda de Kemi não mais parou de crescer – a todos os níveis. Se, no início, ainda era relativamente fácil compará-los com os conterrâneos Stratovarius, durante as duas décadas seguintes os SONATA ARCTICA embarcaram num profundo processo de definição individual, espelhado em álbuns amplamente aplaudidos como «Silence», «Winterheart's Guild» ou «Reckoning Night», e que culminou na sequência «The Days Of Grays» e «Stones Grow Her Name», em que, pela primeira vez, arriscaram explorar a fundo a costela progressiva que faz parte do seu ADN desde que deram os primeiros passos. Divisórios e desafiantes em partes iguais, esses discos apanharam de surpresa os seguidores dos finlandeses e, para gáudio generalizado, há dois anos «Pariah's Child» marcou um determinado retorno às raízes mais metaleiras do grupo. «The Ninth Hour», o apropriadamente intitulado nono álbum de estúdio, tem edição marcada para Outubro e conserva intactos todos os elementos que os tornaram famosos, numa sonoridade familiar mas que nunca descarta a ocasional surpresa. São precisamente esses os temas que vão servir agora de mote ao regresso dos SONATA ARCTICA a Portugal, para uma estreia em nome próprio a acontecer no Lisboa ao Vivo, a 7 de Março de 2017.
 
Neste regresso ao nosso país, depois de uma arrebatadora atuação no Vagos Open Air em 2013, os finlandeses liderados por Tony Kakko vão contar ainda com a ajuda de dois nomes emergentes nas franjas mais tradicionais do som eterno. Influenciados pela incontornável New Wave Of British Heavy Metal, pelo hard rock mais musculado saído da Sunset Strip e pelo power metal germânico, desde que se juntaram em 2007, os canadianos STRIKER têm vindo a transformar-se numa das mais entusiasmantes propostas do género. Apoiado em quatro álbuns – o mais recente, «Stand In The Fire», foi editado em Fevereiro – que misturam de forma muito equilibrada refrões orelhudos, harmonias vocais contagiosas, riffs poderosos e solos mirabolantes, o quarteto de Edmonton tem recebido rasgados elogios da imprensa e dos fãs. O mesmo poderá dizer-se dos TRIOSPHERE que, com os seus dois primeiros discos, «Onwards» e «The Road Less Travelled», de 2004 e 2010, se estabeleceram como um dos mais inovadores e aplaudidos nomes saídas do movimento power metal em muito tempo. Editado há dois anos, na sequência de muito bem recebidas tours ao lado de nomes tão influentes como os WASP, Kamelot ou Crimson Glory, «The Heart Of Matter» serviu para reforçar a visão progressiva que o quarteto norueguês tem do estilo em que se insere, numa coleção de temas em que o coração e a proficiência técnica falam a uma só voz.
 
Os bilhetes para o concerto custam 22€, já à venda nos locais habituais.
 
 
Lisboa ao vivo
Av. Infante D. Henrique, Armazém 3
1950-406 Lisboa
https://www.facebook.com/SalaLisboaAoVivo/
 
Biografia
Os Sonata Arctica começaram a tomar forma em 1996, na cidade de Kemi, no norte da Finlândia. No início chamavam-se Tricky Beans mas, no ano seguinte, após algumas mudanças de formação, decidiram adotar a designação Tricky Means. Ocupados a compor e a afinar os primeiros temas, só em 1999 decidem finalmente estrear-se nas gravações, registando a maqueta «Full Moon» nos estúdios Tico-Tico, tornados famosos no underground pelos conterrâneos Impaled Nazarene no início da década. Foi com esta gravação que entraram no cenário do heavy metal local e, com a sua abordagem rápida, melódica e pejada de teclados, claramente inspirada pelos ícones locais Stratovarius, captaram rapidamente a atenção da Spinefarm, a independente finlandesa que uns anos antes tinha mostrado ao mundo os Nightwish. Adivinhava-se um futuro brilhante para o grupo, que entretanto já tinha adotado a designação atual. Antecedido pelo single «UnOpened», o álbum de estreia, «Ecliptica», foi lançado no Outono de 1999. Originalmente distribuído apenas na Finlândia, acabaria por chegar eventualmente a uma série de outros países face ao interesse gerado junto da imprensa especializada.
 
Numa altura em que o coletivo começava a pensar já em voos mais altos, o seu líder e mentor incontestado, o talentoso Tony Kakko, decide concentrar-se no microfone depois de diversos anos a cantar e a tocar os sintetizadores ao mesmo tempo; a manobra resulta na contratação de Mikko Härkin, que ocupa rapidamente o lugar deixado vago nas teclas. O ex-Kenziner acabaria por não ter sequer tempo para aquecer a posição, sendo substituído por Henrik Klingenberg em 2002, já após terem completado a digressão de promoção ao álbum «Silence», editado no ano anterior. O crescimento de popularidade era, nesta fase, mais que notório e, com o lançamento do terceiro longa-duração, Kakko e companhia deram um salto que, uns escassos anos antes, provavelmente nem sequer ousavam imaginar. À data de edição, «Winterheart's Guild» subiu de imediato ao #3 da tabela de vendas finlandesa, mantendo-se no Top 10 durante cinco semanas. O feito trouxe as suas repercussões, traduzindo-se num contracto com a Nuclear Blast, que lançou «Reckoning Night» em Outubro de 2004. Mantendo um fluxo constante de edições em single e EP, assim como uma apurada ética de trabalho, nada podia pará-los. O trabalho árduo refletia-se nas vendas, com o disco a furar os tops – não só Finlândia, mas também na Alemanha, na Suíça e na Noruega.
 
Na sequência de uma tour europeia com os Nightwish, onde tiveram oportunidade de apresentar-se perante mais de 12,000 pessoas em alguns espetáculos, os Sonata Arctica decidem não perder tempo e lançam-se na primeira rota como cabeças-de-cartaz. Entretanto «Silence» atinge a marca das 15,000 cópias vendidas – «Winterheart’s Guild» e «Reckoning Night» chegariam também a essa posição ainda antes de 2005 chegar ao fim –, os músicos recebem os seus primeiros discos de ouro, encetam uma campanha de concertos nos Estados Unidos e, durante uma mini-digressão japonesa, aproveitam para registar a atuação em Tóquio que, no ano seguinte, acabaria por dar origem ao CD/DVD «For The Sake Of Revenge». Em 2006, atarefados com o processo de gravação do quinto álbum, os músicos ainda encontram tempo para participar em várias atividades extracurriculares, que dariam origem a um documentário sobre a banda e um jogo de role playing. Talvez fruto disso, «Unia», um disco mais progressivo e arrojado, só chegaria aos escaparates em Maio de 2007, tendo sido antecipado no mês anterior pelo single «Paid In Full», que voltou a colocá-los no topo da tabela de vendas do seu país de origem. Para surpresa geral, é por esta altura que a formação mais duradoura do coletivo começa a desmoronar-se, primeiro com o abandono do guitarrista Jani Liimatainen, com Elias Viljanen a estrear-se, em 2009, com «The Days Of Grays» e, já após a edição de «Stones Grow Her Name» e a sua respetiva tour de promoção, em 2012, Marko Paasikoski a ser trocado por Pasi Kauppinen. Sem perder tempo, em 2014 disponibilizam «Pariah's Child», um novo registo de originais e, uns meses depois, «Ecliptica Revisited», uma regravação da estreia de 1999. O apropriadamente intitulado «The Ninth Hour», o nono longa-duração de uma carreira sempre em ascendência, chega aos escaparates em Outubro de 2016.
Press Release: Prime Artists

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