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Dream Theater - Dia 30 de Abril no Coliseu do Porto

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DREAM THEATER
Dream Theater

 Images, Words & Beyond 25th Anniversary Tour

 30 Abril | Coliseu Porto

Abertura Portas: 20h30 - Inicio espetáculo: 21h30 

"Os Dream Theater, mestres incontestados do metal progressivo, regressam a Portugal para comemorar o 25º aniversário do icónico «Images And Words»."
Três anos após terem deixado a plateia do Coliseu do Porto totalmente rendida à qualidade inequívoca da sua música e à proficiência técnica irrepreensível de um coletivo formado por músicos de exceção, os DREAM THEATER vão estar de regresso “ao local do crime” no dia 30 de Abril de 2017. O espetáculo integra-se na rota europeia da digressão Images, Words & Beyond, que celebra o 25º aniversário da edição de «Images And Words», um dos lançamentos mais icónicos e celebrados de que há memória no espectro do heavy metal progressivo e, sem dúvida, um dos pontos mais inspirados numa carreira que, por esta altura, já ultrapassou a marca do quarto de século de existência – sem que os músicos norte-americanos tenham alguma vez dado mostras de abrandamento criativo. Com início a 30 de Janeiro, em Roma, esta imponente tour europeia vai mostrar o quinteto a interpretar o «Images And Words» na totalidade, assim como uma seleção de alguns dos temas mais aplaudidos de um catálogo amplamente aclamado, mantendo a banda no velho continente até ao final de Abril, com o espetáculo em solo nacional a marcar o final de uma sequência de trinta datas que reúnem todos os condimentos para ficarem marcadas para sempre na memória dos seus seguidores.
 
Editado originalmente a 7 de Julho de 1992, «Images And Words» é o segundo álbum da carreira dos DREAM THEATER e marcou a estreia do vocalista James LaBrie no coletivo após a promissora estreia três anos antes com «When Dream And Day Unite». Mostrando desde bem cedo toda a resiliência que sempre os caracterizou, os músicos não se deixaram abater pelo abandono súbito de Charlie Dominici e, após terem feito audições a quase 200 candidatos e assinado um contrato com a multinacional Atco, deram continuidade ao seu percurso com um engenho impressionante. Assinando uma mistura equilibrada de metal e rock progressivo com vocalizações sinceras e letras provocadoras, John Petrucci, John Myung, Mike Portnoy e Kevin Moore mostraram uma habilidade impressionante nos seus respetivos instrumentos, traduzida numa coleção de canções muito fortes e construídas de forma intrincada, que funcionaram como a base perfeita para LaBrie dar azo a toda a sua criatividade, espelhada na impressionante amplitude do seu registo vocal. Da complexidade de «Metropolis, Pt. 1» à épica «Learning To Live», passando pela emblemática «Pull Me Under» (que, com direito a vídeo-clip e edição em formato single, se transformou no primeiro grande êxito do grupo), «Images And Words» afirmou de vez os DREAM THEATHER como uma proposta musical acima da norma e, um quarto de século depois, continua a manter a sua posição como o álbum mais bem sucedido comercialmente da banda até à data.
 
Ao longo do seu já longo percurso, os DREAM THEATER conseguiram, de forma muito surpreendente, estabilizar uma síntese sublime de melodias inconfundíveis, instrumentação progressiva e sensação de peso agressivo incomparável no espectro do heavy metal. Graças a uma espantosa alquimia estética e criativa, o nome da banda é hoje sinónimo da força do talento, da habilidade e do poder criativo, assim como do resultado obtido na junção destes três elementos num coletivo de músicos com capacidades extraordinárias. À medida que o mundo vira à sua volta, se desenvolve, se estende e marcha para um destino incerto a nível económico, político e espiritual, o grupo hoje formado por James LaBrie na voz, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess nas teclas e Mike Mangini na bateria não se coíbe de ir remodelando progressivamente o caminho, protagonizando sucessivas reinvenções que lhes permitem manter-se estoicamente como uma das propostas mais inovadoras e influentes da sua geração. Excelsos, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a cultivar e a proteger o seu inabalável estatuto como formadores de opinião e figuras de proa de um estilo em que se pensa que tudo já foi inventado.
 
Os bilhetes para o concerto custam entre 32 e 37€. A pré-venda e bilhetes VIP, através do site oficial dos Dream Theater, a partir do dia 20 de Dezembro. A venda geral arranca dia 21 de Dezembro, nos locais habituais.
 
Biografia
Os Dream Theater nasceram – ainda sob a designação Majesty – em 1985. O guitarrista John Petrucci, o baixista John Myung e o baterista Mike Portnoy eram colegas na Berklee College of Music, no estado do Massachusetts; uma das escolas de música mais reputadas e respeitadas dos Estados Unidos e do mundo. Os estudos não duraram, no entanto, muito mais tempo, com os três músicos a abandonarem o curso para se dedicarem à banda que tinham criado entretanto. Apesar de terem passado por várias mudanças de formação, sobretudo numa fase inicial, o trio de elementos fundadores manteve-se unido ao longo dos anos – com James LaBrie na voz e Jordan Rudess no teclado a completaram a formação – até 2010, quando Portnoy abandonou subitamente face à surpresa geral. Os primeiros espetáculos aconteceram em 1986 e os anos seguintes foram passados a escrever os primeiros temas e a gravar demos. No entanto, quando «When Dream And Day Unite» foi lançado, em 1989, o público e a imprensa receberam-no com indiferença, quiçá sem saberem muito muito bem o que pensar deles.
 
O reconhecimento não tardou e, três anos depois, «Images And Words» transformou-se num sucesso comercial graças ao single «Pull Me Under». «Awake», o terceiro longa-duração, foi editado em 1994, seguido do EP «A Change Of Seasons», cujo tema-título tem 23 minutos de duração. Pressionados para escreverem um disco mais acessível, «Falling Into Infinity» acabou por ser recebido de forma morna pelos fãs e pela crítica – uma pálida imagem do disco-duplo que tinham imaginado. O grupo só voltaria ao estúdio em 1999, mas decide recuperar os temas que tinham ficado de fora do álbum anterior e assinam o opulento «Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory» – visto, hoje em dia, como um dos seus registos seminais. O disco-duplo que andavam a prometer há demasiado tempo acaba por materializar-se três anos depois, na forma de «Six Degrees Of Inner Turbulence». Desde aí nunca pararam de crescer e ir alargando as fronteiras da sua música e das suas próprias aptidões técnicas, assinando – a cada dois anos – discos cada vez mais desafiantes e relevantes: «Train Of Thought» (de 2003), «Octavarium» (de 2005), «Systematic Chaos» (de 2007) e «Black Clouds & Silver Linings». Este último, o décimo de estúdio, foi editado em Junho de 2009 e entrou diretamente para o sexto lugar da tabela de vendas norte-americana – a entrada mais alta de sempre para os Dream Theater.
 
Famosos pela sua proficiência técnica, os instrumentistas da banda foram colecionando galardões das revistas técnicas e, mais importante, reconhecimento por parte dos seus fãs e pares. John Petrucci, por exemplo, foi o guitarrista convidado mais vezes para a digressão G3, em 2009 apareceu na posição #2 dos 100 Melhores Guitarristas de Metal e também já foi considerado um dos Top 10 Greatest Guitar Shredders of All Time pela GuitarOne. Em conjunto, foram induzidos no Long Island Music Hall Of Fame em 2010. «Images And Words» é o álbum mais vendido da história da banda, tendo atingido a marca de ouro e o #61 na Billboard à altura do seu lançamento. «Awake», «Six Degrees Of Inner Turbulence» e «Systematic Chaos» também entraram para a famosa tabela, para as posições #32, #46 e #19, respetivamente. A 8 de Setembro de 2010 acontece o impensável quando, sem que nada o fizesse prever, Mike Portnoy e a banda se separaram. Uma tentativa de reconciliação – por parte de Portnoy, recusada pelos ex-companheiros – frustrada e, exatamente um ano depois, toda a turbulência se dissipou. Sem perderem tempo, em Outubro, os restantes elementos já estavam a fazer audições para o lugar e, antes do final do ano, estavam alinhados sete candidatos prontos a ser testados para o cobiçado lugar.
 
Por esta altura o processo de composição para o décimo primeiro álbum de originais estava concluído e, em Janeiro de 2011, os músicos entram rapidamente em estúdio para a gravação do sucessor de «Black Clouds & Silver Linings». Em Abril é divulgado o primeiro de diversos trailers a mostrar o processo de substituição de Portnoy, que culminou com Mike Mangini a ultrapassar uma competição de alto calibre composta por Virgil Donati, Marco Minnemann, Peter Wildoer, Thomas Lang, Derek Roddy e Aquiles Priester. «A Dramatic Turn Of Events» foi editado a 12 de Setembro de 2011 e, contrariando algumas expectativas mais derrotistas, revelou-se um verdadeiro testemunho de vitalidade por parte do grupo – valendo-lhes elogios rasgados por parte da imprensa especializada e a primeira nomeação para um Grammy. Pelo caminho encetaram mais uma tour à escala mundial, que os viu partilharem palcos com os Periphery e Trivium. Incrivelmente inspirados e revitalizados com a entrada do novo baterista, os músicos optam por começar a compor ainda na estrada e, já em Janeiro de 2013, entram finalmente nos Cove City Sound Studios, em Glen Cove, Nova Iorque, para registar as novas composições. Homónimo e produzido por John Petrucci com Richard Chycki (famoso pela sua associação aos Rush e Aerosmith), o 12º álbum da banda foi o primeiro a contar com o envolvimento de Mangini no processo de composição e marcou o início de um novo capítulo na brilhante carreira de um projeto que, ao longo de três décadas, sempre soube exatamente como manter-se relevante e vital. O mais recente exemplo disso chama-se «The Astonishing» e foi editado a 29 de Janeiro de 2016.
 
 
 
Press release: Prime Artists

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