SBSR'11: Elbow e El Guincho

 

Dois novos nomes juntam-se aos já anunciados Arcade Fire, The Strokes, Artic Monkeys, Portishead, Beirut e The Legendary Tigerman, para tornar o cartaz do 17º Super Bock Super Rock cada vez mais perfeito para quem gosta de muita e boa música!

O Super Bock Super Rock orgulha-se de ser o palco para mais uma
muito aguardada e ansiada estreia em solo português – os Ingleses ELBOW apresentam-se no palco Super Bock, no dia 16 de Julho. No primeiro dia do Festival a 14 de Julho, o palco EDP vai receber da melhor música que nos chega de Barcelona – EL GUINCHO traz ao cenário do Meco o seu último “Pop Negro”.


ELBOW
Naturais de uma cidade próxima de Manchester, esta banda de rock alternativo foi muito acarinhada pela crítica em 2001, aquando do lançamento do seu primeiro álbum, “Asleep in the Back”. Banda que conserva ainda a mesma composição dos membros que tocaram pela primeira vez em 1990, num bar em Ramsbotton, são donos de uma sonoridade fresca e inovadora que se mantém junta há 12 anos. Na verdade, a banda está junta há bem mais tempo ao vivo do que em disco. E quem já os viu ao vivo, diz que, indiscutivelmente, os concertos são um dos seus trunfos. Com 4 álbuns de originais e 4 EP’s editados, e depois de em 2008 levarem para casa o Mercury Prize com o álbum “Seldom Seen Kid”, os Elbow anunciaram agora a vinda do seu quinto álbum, que entretanto já foi baptizado. “Build a Rocket Boys” será lançado em Março deste ano. Sobre o nome escolhido, Garvey referiu que é algo ligado à infância, a um período de vida que eles gostam de explorar. “É algo muito nostálgico. Eu tenho essa coisa sobre crescer. De não precisar. Lembro-me de ser uma época incrivelmente importante, por isso tenho escrito muito sobre isso”. Entretanto, o primeiro single já roda pelas rádios do mundo inteiro. Chama-se “Neat Little Rows” e vale a pena ouvir!


EL GUINCHO
Pablo Díaz-Reixa é um músico do (e para o) nosso tempo. É um músico de (e para) uma era em que as fronteiras entre pop e alternativa, música de produtor e música de banda, música mundana e exótica, estão a ser demolidas, ao mesmo tempo que nos é revelada uma paisagem muito mais complexa, pronta a ser explorada. Deslumbrado com os mega-produtores da pop inglesa e espanhola das décadas de 80 e 90, entre os quais Tony Visconti, Trevor Horn, Nile Rogers, Quincy Jones, Rhett Davies, Luther Vandross com Marcus Miller, Paco Trinidad e Nacho e Jose Maria dos Mecano, entre outros, Pablo aplicou sons e técnicas destes cientistas da pop na sua tentativa de capturar as memórias da pop espanhola que ouvia na rádio há 25 anos atrás. A assistência de Jon Gass, na mistura, foi outro factor decisivo no caminho que o levou a "Pop Negro". Disco que tem como elementos constitutivos do seu som a colisão de múltiplos grooves latino-africanos com a pop, o corte e costura do melhor hip-hop e a ideia por trás dele de que, com força de vontade, qualquer combinação de material de origem pode trazer o mais incrível dos grooves, a fisicalidade e subtis mudanças da música de dança, e a sensação 3D do design de som para cinema. "Pop Negro" é um caso sério e não desmerece em nada "Allegranza", o já de si brilhante álbum de estreia de Pablo. Com apenas dois álbuns, El Guincho criou um som que não só encaixa perfeitamente no novo psicadelismo de algumas bandas do momento, como o deixa sozinho enquanto músico único e distinto. Destaque para o single “Bombay”. Escrito num “muy caliente” quarto de Hotel em Singapura, após o término da última tour australiana, e com um título inspirado na marca de gin que Pablo bebera nessa noite, é nostalgia pop em formato canção.

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