Ruben Viegas
The National apresentam "Sleep Well Beast" no Coliseu de Lisboa
The National, uma das mais adoradas bandas do público português, acaba de anunciar a digressão mundial de apresentação do novo álbum, “Sleep Well Beast”, com um concerto único em terras lusas, dia 28 de outubro, no Coliseu de Lisboa. O sétimo longa-duração da banda foi disponibilizado para venda dia 08 de setembro e já pode ser encomendado a partir de hoje aqui.
Conhecidos pela sua criação e interpretação musical única, The National contam na bagagem com seis discos de originais. O novo registo de originais foi produzido pelo compositor, guitarrista e teclista da banda Aaron Dessner, e co-produzido pelo vocalista Matt Berninger e pelo guitarrista Bryce Dessner. Este álbum é um dos mais aguardados pelos fãs, tendo sido suficiente o lançamento nos últimos dias de teasers de duas novas músicas para provocar o entusiasmo dos fãs e da crítica.
A digressão “Sleep Well Beast”, uma das mais esperadas do ano, irá contar com mais de 40 espetáculos, nas mais importantes salas do mundo. Os bilhetes serão colocados à venda a partir de dia 19 de maio, nos locais habituais.
28 de outubro | Coliseu de Lisboa
Abertura de portas: 19h30
Início do espetáculo: 20h30
COLISEU DE LISBOA | 28 DE OUTUBRO
(BILHETES ESGOTADOS)
Plateia em pé * 35,00 €
Camarote 1.ª Frente * 39,00 €
Camarote 1.ª Lado * 37,00 €
Camarote 2.ª Frente * 37,00 €
Camarote 2.ª Lado * 35,00 €
Press Release: Everything is New
Maria Bethânia apresenta grandes sucessos da sua carreira nos Coliseus
Maria Bethânia vem a Portugal apresentar os grandes sucessos da sua carreira nos próximos dias 21 e 22 de outubro no Coliseu de Lisboa e 25 de outubro no Coliseu do Porto.
A digressão, que já passou por Santo Amaro, Salvador, Recife, Belo Horizonte, São Paulo, João Pessoa e ainda segue para Santos e Florianópolis, traz a Portugal um repertório que inclui os grandes clássicos dos 52 anos de carreira.
A cantora traz momentos dos seus últimos shows e canções escolhidas a dedo que viraram clássicos na sua voz, como “Negue”, “É o Amor”, “Olhos nos Olhos” , “Começaria Tudo Outra Vez”, “Explode Coração” e “Fera Ferida” e ainda um medley de sambas de roda costurados por “Reconvexo” (Caetano Veloso), sem deixar o Brasil rural de lado e novas músicas com a sua voz, como “Non, Je ne Regrette Rien”.
A banda que a acompanha conta com Jorge Helder (contrabaixo), Túlio Mourão (piano), Paulo Dafilim (violas e violão), Pedro Franco (violão, bandolim e guitarra), Marcio Mallard (cello), Carlos César (bateria) e Marcelo Costa (percussão).
COLISEU DE LISBOA
21 e 22 Outubro 2017
Abertura de Portas: 20h30
Início do Espectáculo: 21h30
BILHETES
Cadeiras Orquestra VIP 90,00 €
Plateia AA a F 75,00 €
Plateia G a O 65,00 €
Plateia P a Z 60,00 €
Balcão Central 55,00 €
Balcão Lateral 40,00 €
Camarote 1ª Frente 60,00 €
Camarote 1ª Lado 50,00 €
Camarote 2ª Frente 50,00 €
Camarote 2ª Lado 40,00 €
Galeria em Pé 25,00 €
COLISEU DO PORTO
25 Outubro 2017
Abertura de Portas: 20h30
Início do Espectáculo: 21h30
BILHETES
Cadeiras de Orquestra VIP 80,00 €
Cadeiras de Orquestra 75,00 €
1ª Plateia 65,00 €
2ª Plateia 55,00 €
Tribuna 1 & 2 60,00 €
Tribuna 3 & 4 55,00 €
Camarote 1ª 55,00 €
Camarote 1ª vis red 40,00 €
Frisa 60,00 €
Frisa Vis. Red 30,00 €
Balcão Popular 50,00 €
Galeria 30,00 €
Geral 25,00 €
Camarote 2ª 25,00 €
Press Release: Everything Is New
Papa Roach em Portugal com concerto em nome próprio
Os norte-americanos Papa Roach vão marcar presença dia 17 de outubro no Coliseu de Lisboa para apresentar o mais recente longa-duração, “Crooked Teeth”, editado no passado mês de maio. O primeiro single do novo disco, “Help”, apresentado ao público em abril, entrou diretamente no topo da tabela de música rock da Billboard.
A banda conhecida pelos sucessos "Last Resort", "Between Angels and Insects", "She Loves Me Not", "Getting Away with Murder", "Scars", "Forever", "Lifeline" e "Face Everything and Rise", conta com duas nomeações para Grammy e já vendeu até à data mais de 20 milhões de álbuns em todo o mundo.
O nono trabalho de originais vê a banda regressar às suas humildes origens, com a dupla de produtores Nicholas "RAS" Furlong e Colin Brittain. O disco produzido em Hollywood nasce da vontade de resgatar as sonoridades iniciais da banda e transformar os elementos clássicos de Papa Roach num dos melhores discos da sua carreira.
Os Papa Roach são Jacoby Shaddix (voz), Jerry Horton (guitarra), Tobin Esperance (baixo) e Tony Palermo (bacteria).
COLISEU DE LISBOA | 17 DE OUTUBRO DE 2017
Abertura de portas: 19h00
Início de espetáculo: 20h00
BILHETES À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS
Coliseu de Lisboa | 17 de outubro de 2017
Plateia em pé * 28,00€
Press Release: Everything is New
John Legend com digressão Darkness and Light Tour em Portugal
John Legend, o aclamado e multiplatinado cantor e compositor, vencedor de um Oscar, de um Globo de Ouro e de 10 Grammy acaba de anunciar a sua maior digressão europeia de sempre, que terá lugar já nos próximos meses de setembro e outubro. A digressão “Darkness and Light” chega à Europa para 24 espetáculos pelo continente, começando em Glasgow, na Escócia, dia 08 de setembro, e culminando em Lisboa, dia 14 de outubro.
A notícia da tournée chega com o anúncio de “Surefire”, o segundo single a ser retirado do álbum “Darkness and Light”, que foi editado e amplamente elogiado pela crítica em dezembro de 2016. “Surefire” sucederá o single de apresentação do disco, “Love Me Now”, que alcançou vertiginosamente 157,000,000 streams no Spotify, tendo o vídeo oficial sido visto mais de 88,000,000 no YouTube. Desde o lançamento de “Darkness and Light”, John Legend foi co-produtor e autor do sucesso de bilheteira “La La Land”, que foi vencedor de sete Globos de Ouro e seis Óscares da Academia, tendo ainda feito par com Ariana Grande na interpretação do tema “Beauty and the Beast”, no remake do êxito da Disney.
Darkness and Light Tour
08 de setembro - Glasgow, SSE Hydro Arena, Escócia
09 de setembro – Newcastle, Arena, Inglaterra
10 de setembro – Nottingham, Motorpoint Arena, Inglaterra
12 de setembro - Londres, O2 Arena, Inglaterra
15 de setembro – Leeds, First Direct Arena, Inglaterra
16 de setembro – Manchester, Arena, Inglaterra
17 de setembro – Liverpool, Echo Arena, Inglaterra
19 de setembro – Cardiff, Motorpoint Arena, País de Gales
20 de setembro – Birmingham, Barclaycard Arena, Inglaterra
22 de setembro – Amesterdão, Ziggo Dome, Holanda
23 de setembro – Luxemburgo, Rockhal, Luxemburgo
24 de setembro – Hamburgo, Mehr! Theater, Alemanha
26 de setembro – Estocolmo, Ericsson Globe, Suécia
27 de setembro - Oslo, Spektrum, Noruega
28 de setembro – Copenhaga, Royal Arena, Dinamarca
30 de setembro - Berlim, Columbiahalle, Alemanha
01 de outubro – Munique, Zenith, Alemanha
04 de outubro – Paris, AccorHotels Arena, França
05 de outubro – Bélgica, Forest National, Bruxelas
08 de outubro – Colónia, Palladium, Alemanha
09 de outubro – Frankfurt, Jahrunderthalle, Alemanha
10 de outubro – Zurique, Samsung Hall, Suíça
12 de outubro – Barcelona, Palau Saint Jordi, Espanha
14 de outubro – Lisboa, MEO Arena, Portugal
MEO Arena | 14 de outubro
Abertura de portas: 19h30
Início do espetáculo: 21h00
MEO Arena | 14 de outubro de 2017
Plateia VIP (i) * 150,00€
Plateia VIP (ii) * 90,00€
Plateia A * 75,00€
Plateia B * 65,00€
Plateia C * 59,00€
Balcão 0 (i) * 70,00€
Balcão 0 (ii) * 59,00€
Balcão 1 * 55,00€
Balcão 2 * 39,00€
Mobilidade Reduzida * 39,00€
Press Release: Everything is New
Mayhem no Lisboa ao Vivo

MAYHEM | Norway
DRAGGED INTO SUNLIGHT | UK
THE OMINOUS CIRCLE | Portugal
Mais informações:
http://swrfest.bigcartel.com/product/12-10-2017-mayhem-ticket-lisboa
Super Bock Super Rock 2017 - Dia 14 Julho
Depois da introdução de Pusha T, o Palco EDP é de Jessie Reyes, modesta sensação mexicana-americana do hip-hop/R&B, que dá uma pequena performance de limitada abrangência, mas não em discordância com o horário em que foi colocada. Apresentando-se com alguns temas de sua autoria acompanhada de um DJ, rapidamente fez a transição para um set de covers e à guitarra, uma decisão inesperada e que acabou por não funcionar tão bem, feitas as contas, quanto a jovem Reyes esperaria. Uma atuação, ainda assim, digna, da parte de uma artista a quem tempo não falta para desenvolver a sua arte.
E por falar em jovens com potencial a mostrar, não se pode ficar aquég FG bh sff ddjcg ter de hm de dizer que foi um absoluto prazer assistir a Slow J, jovem revelação da Linha de Cascais, retorna DC seter aos palcos do Super Bock Super Rock,e desta vez adequadamente melhor valorizado. A afluência ao seu concerto, uma das maiores para aquele palco até ao momento, espelhou bem a popularidade que tem angar xDiado desde o lançamento de The Art of Slowing Down, bem como a estupefacção no seu olhar perante tanto louvor da parte da plateia. O espetáculo dava motivos para cu: com Francis Dale de um lado e Fred Ferreira do outro, deu uma atuação em iguais partes eclética, bela e ambiciosa, acrescentando ao seu hip-hopy criativas mesclas de soul, rock ou semba a resultados vistosos em faixas como “Casa”, “Arte” ou “Cristalina”.
Do outro lado do recinto, tinha início o primeiro momento do Palco Super Bock, que talvez em discordância com muito do restante cartaz seria protagonizado por The Gift. E o (por esta altura já) veterano grupo pop português cumpriu sem mazelas o seu papel, ainda que faltasse plateia em abundância para o testemunhar. Em destaque estava, obviamente, “Altar”, o mais recente disco produzido por Brian Eno, e que representou uma renovação na sonoridade pop da banda, com uma nova ênfase nas texturas sonoras e na orquestração. Intermitentemente foram surgindo, obviamente, os hits que tornaram o grupo tão acarinhado por estes lados, mas não deixou de ser mais interessante constatar o quão vincadamente abraçou a banda esta nova identidade estética, que muito bem lhes assenta - fica a esperança de que continuem a perseguir esse caminho.
De volta ao EDP, a qualidade da música só aumentava, e muito agradavelmente surpreendidos terão ficado muitos dos festivaleiros com a densa, emotiva e absurdamente proficiente performance de Akua Naru que, tendo uma assistência limitada à partida, levou-a a novos horizontes musicais o melhor que pôde. E já foi muito: a sua mistura de hip hop, funk, soul, R&B e jazz não tinha como não ser vencedora, principalmente quando entregue pela voz dinâmica, consciente e de timbre absolutamente encantador da sua protagonista. Mas houve, igualmente, espaço para a sua espetacular banda brilhar, e não apenas quando a própria Akua Naru se retirou do palco para dar destaque aos seus colegas de palco. Teclados, guitarras e saxofone eram executados com a perícia e sentimento pedidos para este tipo de espetáculo, e coadunados com a presença de palco inconspurcável da vocalista, culminaram num dos melhores momentos de todo o festival.
Os próximos concertos em cada um dos palcos foram evidência da diversidade que pode cair num só dia - e mesmo num só palco - do Super Bock Super Rock, ainda que estejamos a falar, naturalmente, do dia do evento dedicado ao hip-hop. No Palco Super Bock, London Grammar, trio de indie pop acalmava os ânimos que estiveram, de certa forma, elevados toda a noite, com um som calmo e aveludado, a retirar do trip-hop o seu ritmo e do synthpop as suas texturas, e que se coadunava harmoniosamente com a voz doce da vocalista e frontwomen Hannah Reid. No EDP, era o hip-hop que reinava, mas de um tipo que ainda não tinha sido visto no festival: Língua Franca, o supergrupo constituído pelos portugueses Valete e Capicua e os brasileiros Emicida e Rael, fazia a sua estreia em palcos portugueses (bem como, por coincidência, London Grammar), trazendo, por partes, um pouco de cada um e um pouco de todos para uma homenagem ao hip-hop de raiz das respectivas naturalidades.
Menos prazeroso foi, infelizmente, assistir à performance de Future, cabeça-de-cartaz improvisado deste dia de hip hop. A estrela do mumble rap não era, nunca é demais lembrar, a primeira escolha da organização para fechar este dia, mas quando Tyler, the Creator cancelou inesperadamente a sua digressão europeia (presumivelmente para se concentrar no novo disco que sai este verão) foi preciso encontrar uma alternativa. Future não foi uma opção de nome ou alcance tão notórios, e isso teve repercussões óbvias no quão pouco preenchido esteve o MEO Arena, quando comparado à altura do headliner do dia anterior. Mas a afluência não foi insignificante, e por qualquer parâmetro não faltou publico para apreciar a fórmula de mumble e trap de Future, num momento da sua carreira em que é levado ao sabor da onda de sucessos como “Mask Off”. O problema é que, quando a fórmula é limitada, a sua aplicação tende a gastar-se rápido - coisa de 15 ou 20 minutos, no caso deste Future. Depois disso, o roteiro do verso seguido do build-up seguido do drop, cerca de dois ou três destes conjuntos por canção, deixa bastante claro que não há muito mais que Future saiba, ou esteja interessado em, fazer, e coloca-o tão obviamente abaixo de, por exemplo, aquilo que foi a performance de Kendrick Lamar no mesmo palco, o ano passado. Se este é o futuro que propõe para a música, mais vale pensar em outro para a próxima.
Texto: Pedro Miranda
Fotografia: Rúben Viegas
Super Bock Super Rock 2017 - Dia 13 Julho
O grupo chamado à abertura do festival é Alexander Search, projeto de indie pop mais reconhecível pela presença (disfarçada, ainda que mal) de Salvador Sobral como frontman e Júlio Resende na guitarra. Caricatamente vestidos, e desempenhando o seu papel de forma excêntrica, a sua abordagem ao pop e ao rock era marcada por passagens desenfreadas, gritos e pinceladas de electrónicas pouco convencionais, numa demarcação clara dos percursos individuais de cada um dos integrantes. Ainda que o público ainda não estivesse 100% sintonizado com a sua energia, e salvaguardando os problemas técnicos que ainda assolavam o palco EDP, a performance impôs-se como uma boa introdução do Parque das Nações à dinâmica de festival, e um ainda melhor aquecimento para o acto que se seguiria.
E que seria ninguém menos que os Boogarins, jovens estrelas do rock psicadélico goiano muito acarinhadas pelos fãs do género do lado de cá do atlântico. Apresentando “Lá Vem a Morte”, EP lançado este ano, deram mais uma vez mostras de não terem perdido o jeito com o tão bem-sucedido toque de tropicália que acrescentam ao seu neo-psicadelismo, numa performance que beneficiou tanto do crescente dinamismo dos seus protagonistas quanto da notável melhoria de som que se foi verificando ao longo do concerto. Alternando pelos seus primeiros 3 discos, os Boogarins venderam o seu talento com qualidade: 6000 Dias, Elogio do Cinismo ou Lucifernandis foram alguns dos destaques de um grupo que não dá sinais de abrandar nos próximos tempos.
Menos se pode dizer dos Orwells, quarteto de indie rock que pisou, de seguida, o palco EDP. Munidos da energia que se pede do acto que se presta às inclinações do punk, terão com certeza agradado aos que se identificam com mais afinco à estética, mas a poucos mais: a falta de diversidade e identidade própria fecha-os no seu círculo de influência, ao qual poucos de fora poderão (ou terão interesse em) aceder.
Melhor saíram-se os encarregados de inaugurar o MEO Arena, The New Power Generation, que nem todos podem ter reconhecido como o grupo de que se fazia acompanhar Prince. E não só: para este espetáculo, por qualquer prisma rica em musicalidade, dinâmica e ímpeto performativo, contavam com a ajuda de Bilal, colaborador de nomes tão grandes quanto o de Kendrick Lamar (que, por coincidência, foi o cabeça de cartaz da edição anterior), e a aparição surpreendente, ainda que anunciada, da fadista Ana Moura que, cantando em inglês, fez muito boa figura acompanhada do conjunto norte-americano. De resto, pouco se desperdiçou deste concerto que mesclou rock, funk, R&B e soul. A emergia dos músicos, em conjunto com uma já igualmente energética platéia, resultou numa bela abertura para os grandes concertos do Super Bock Super Rock.
Do outro lado do espaço designado do Parque das Nações, Kevin Morby preparava-se para dar início ao seu próprio espetáculo, um indie folk marcadamente próprio que, ao terceiro disco a solo, já se demarca de modo vincado daquele praticado pela sua ex-banda, Woods. Às canções, cuja simplicidade as assemelhava a tantas outras do repertório indie rock, acrescentava um toque de si próprio que as distinguia das restantes - muito à semelhança, aliás, daquilo que foi o concerto seguinte, o primeiro de Capitão Fausto no comando do MEO Arena. Os seus defeitos são conhecidos e estão à vista de todos: vozes desafinadas, canções pop descomplicadas e um descomprometimento palpável nos rostos. Mas dessa especificidade fazem identidade e, a quem essa identidade ressoa, terão parecido cumprir o seu papel com eficácia: “A Febre”, “ Maneiras Más” ou ”Corazón”, representando as diferentes fases da carreira dos lisboetas, fizeram-se ouvir particularmente bem.
Mas o verdadeiro grande concerto - sem descurar da competente performance de The Legendary Tigerman no fecho do Palco EDP (que aliás poderia ter sido trocada de lugar e hora com a de Capitão Fausto com facilidade, naquilo que foi uma clara valorização da música feita em Portugal da parte do primeiro dia de SBSR) - aquele capaz de encher arenas e esgotar dezenas de milhares de bilhetes tinha dono certo. Red Hot Chili Peppers, o segundo grupo de rock de estatuto nada menos que lendário a pisar os palcos portugueses em menos de uma semana (sendo o outro Foo Fighters, uma semana antes, no NOS Alive), foram aqueles que fizeram encher o Parque das Nações de ânsia no primeiro dia de festival, e dificilmente poder-se-á dizer que alguém tenha saído de lá desapontado com o prometido.
De facto, se houve um sentimento que se foi instalando logo aos primeiros momentos, com a abertura frenética de “Can’t Stop” e “Snow (Hey Oh)”, foi o de que, tendo em conta a longevidade, universalidade e influência do quarteto (foram, se não o são ainda, referência cultural quase omnipresente na esfera musical), é bem possível que os Red Hot Chili Peppers sejam os melhores do mundo naquilo que fazem. Parecem cruzar, pelo menos, todos os quadradinhos no que respeita a qualidade de som, presença de palco, habilidade e emoção. Uma aparição vibrante, daquelas que, depois de 11 anos longe dos nossos palcos, será para recordar não só pelo seu valor histórico, nem tão pouco apenas pelo alinhamento, diversificado e ilustrativos das diversas fases da sua carreira (houve “Suck My Kiss”, “By The Way”, “Californication” e “Rain Dance Maggie”), mas também e principalmente pelo facto de não sabermos quando teremos, por cá, concerto de igual calibre novamente.
Texto: Pedro Miranda
Fotografia: Rúben Viegas
23º Super Bock Super Rock: Informação Útil e Condicionamentos de Trânsito
Falta uma semana!
Informações úteis e alguns conselhos para desfrutar em pleno de 3 dias de Música Autêntica:
Chegar cedo, as portas do recinto abrem às 15h00
Aproveitar as opções disponíveis de transportes públicos, evitando os condicionamentos de trânsitoEvitar levar mochilas e sacos volumosos, que possam atrasar a revista à entrada
Dia 13 e passe de 3 dias esgotados. Disponíveis os últimos bilhetes para os dias 14 e 15 de julho
13, 14 e 15 de julho de 2017
Lisboa, Parque das Nações
www.superbocksuperrock.pt | facebook.com/sbsr
A contagem decrescente está cada vez mais próxima do arranque da 23ª edição do Super Bock Super Rock! A 3 dias do início do Festival e do regresso da melhor Música Autêntica ao Parque das Nações, nunca é demais lembrar a importância de planear tudo com a devida antecedência.
Troca de bilhete por pulseira
Pode trocar-se o bilhete por pulseira a partir da véspera do início do Festival, dia 12 de julho, nas bilheteiras à entrada do recinto, entre as 10h00 e as 22h00.
A troca por pulseira é obrigatória para todos os portadores de passe com acesso aos três dias de Festival. A pulseira é colocada pela organização ao próprio, nas bilheteiras do Festival ou no local próprio para o efeito, situado dentro do recinto – neste caso, a pulseira terá de ser colocada antes de voltar a sair.
A segurança de todos é uma prioridade
Para que todos possam desfrutar da 23ª edição do Super Bock Super Rock sem preocupações, a segurança é essencial. Serão efetuadas revistas rigorosas à entrada pela PSP, pelo que se aconselha veementemente que se chegue o mais cedo possível ao recinto: as portas abrem às 15h. Apela-se à melhor colaboração de todos, seguindo rigorosamente as indicações das autoridades. É de evitar levar mochilas e sacos volumosos, que possam atrasar a revista.

Condicionamentos de trânsito
Para o maior conforto, aconselha-se a que todos os festivaleiros se dirijam cedo para o recinto, e que tirem partido das opções de transportes públicos disponíveis. Toda a informação AQUI
De modo a garantir a boa fluidez junto ao recinto do Festival, serão implementados alguns condicionamentos de trânsito:
- Rua do Bojador – encerrada ao trânsito entre a FIL e o MEO Arena
- Rua do Bojador – trânsito condicionado entre a Rotunda da Lágrima (Hotel Myriad) e a Rotunda do Bojador
- Alameda dos Oceanos – encerrada ao trânsito entre o Casino Lisboa –> MEO Arena
- Alameda dos Oceanos, sentido MEO Arena –> Casino Lisboa – encerrada ao trânsito a partir do Tribunal
- Avenida do Índico – encerrada ao trânsito
Para segurança de todos, as restantes artérias adjacentes ao recinto poderão ter condicionamentos adicionais.
23º Super Bock Super Rock, Música Autêntica!
Preço dos Bilhetes
Bilhete Dia 14 – 55€
Bilhete Dia 15 – 55€
Passe 3 Dias – Esgotado
Passe VIP 3 dias – Esgotado
Bilhete Dia 13 – Esgotado
Bilhete VIP dos Dias 13, 14 e 15 – Esgotado
Fã Pack FNAC – Esgotado
Press Release: Música no Coração
NOS Alive'17 - Dia 6 Julho
GELPI
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId18efdd5604
YOU CAN´T WIN CHARLIE BROWN
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId78ae21384d
RHYE
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId2eb001a723
ALT-J
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId5a487e7ef7
BLOSSOMS
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProIdbba3f1c3d5
PHOENIX
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProIdc1866c454a
THE XX
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProIdbeed17b000
ROYAL BLOOD
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId9097c0a533
THE WEEKND
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProIde9a5e9e91f
BONOBO (LIVE)
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProId7d99e9b2d7
GLASS ANIMALS
https://www.checksound.pt/index.php/video1/itemlist/user/62-rubenviegas?start=130#sigProIdc9cf56d86c
Texto (em actualização): Jorge Mestre
Fotografia: Rúben Viegas
Fotografia concerto alt-J e The Weeknd - Arlindo Camacho/EIN















